quinta-feira, abril 26

Não desculpo!

Diz-me como posso desculpar tudo o que me dás? Falas como se no "Nós" só existisse mágoa e tristeza. Somos muito mais do que isso. Somos tudo!
E o carinho, a amizade, o toque mágico, o som do riso, a paciência, a cumplicidade, o estranho sentido de humor? Ninguém vê televisão como tu e eu. Ninguém ama como tu e eu.
Tive-te, tenho-te e para sempre te terei. Incondicionalmente!
Cuido de ti, não tens correntes no teu tornozelo, não te asfixio, não te faço chorar, e cada vez mais ouves da minha boca as doces palavras que te alimentam.
Ninguém se queixa por ser amado demais. Se ouvires os meus queixumes ou sentires as minhas lágrimas é por sentir ser pouco amada, ou não ser amada de todo.
Somos dois, e dos dois virá todo o contributo para o "Nós". Bom ou mau és tu e sou eu que o tornaremos.
Os "enredos", não estão na minha cabeça. Estão nas tuas mãos.
As horas tristes e ruins, os momentos de infelicidade, os sentimentos menos bons e os bens e felicidade que alegas ter deixado de me proporcionar pertencem-te. Assim como te pertence os momentos bons, a luz, a alegria que me fazes sentir quando sorris, a segurança, o regresso da magia, a feliz responsabilidade que me dás de colocar nas minhas mãos o poder de te fazer feliz.
Estimo-te, venero-te e preciso de ti ao meu lado como tu precisas de mim ao teu lado para juntos alcançarmos o nosso objectivo.